The dark side of the rainbow


foto: www.thedailystar.net


O Pink Floyd sempre foi uma banda diferenciada, com seus álbuns conceituais, sua sonoridade única e suas letras inspiradas. Além disso a banda é cercada de lendas que fazem com que os caras ganhem mais notoriedade ainda. Uma dessas lendas ganhou o nome de “The dark side of the raimbow”.


Rola a teoria de que alguém da equipe do Pink Floyd saiu por aí em algum ponto dos anos 70, espalhando a história de que o “The Dark Side of the Moon”, álbum da banda de 1973, havia sido gravado em sincronia com o filme “O Mágico de Oz”, de 1939. Quando a banda foi questionada a respeito deste fato, eles riram e desconversaram, dizendo que naquela época ainda não existiam vídeo cassetes e que era impossível de se fazer este tipo de sincronização. Mas teve uma galera que resolveu tirar a prova. Já assistiu ao filme? Prometo que não vou fazer spoiler.


Descobriu-se que se você der play no CD, ou baixar a agulha, no mesmo momento em que o leãozinho da Metro-Goldwyn-Mayer estiver rugindo, antes dos créditos de abertura do filme, a música do Pink Floyd se encaixa perfeitamente com as cenas de filme. De verdade! Eu vi! Acontecem várias pequenas situações com os atores que batem com a letra das músicas. Um ponto que realmente chama a atenção é quando Dorothy, a nossa heroína, cai em um chiqueiro no exato instante em que termina “Breath”, a faixa 2 do disco, e entre a faixa 3, “On The Run”, uma música bem tensa e apropriada para aquela hora, como se realmente fosse a trilha sonora do filme. “Time” a faixa 4, começa exatamente na hora que uma das atrizes começa a andar de bicicleta, com a introdução da música servindo de trilha para as pedaladas na magrela.


Quer mais? “The Great Gig In The Sky” parece ter sido feita especialmente para a sequência do tornado, com as mudanças da música batendo com os momentos de apreensão, desespero e de sonhos da Dorothy, com sua casa voando pelos ares e aterrissando no mundo de Oz. E é justamente nesse momento, quando ela abre a porta para o novo mundo, que o filme, que até então era em preto e branco, passa a ser colorido. Nessa hora começa a tocar “Money”, e aparece a estrada de tijolos amarelos, que Dorothy seguiria até o final do filme. É impressionante mesmo!


Fora as demais mensagens subliminares. A capa do álbum mostra uma luz branca batendo em um prisma e ficando colorida, e a contracapa mostra o contrário, com a luz colorida virando branca. Já o filme é preto e branco, fica colorido, e depois volta a ser em preto e branco no final. Em 1995, saiu o P.U.L.S.E., disco ao vivo com uma performance do “The Dark Side of the Moon” completo. E lá na capa dele, bem escondidinho, se percebe a imagem de uma menina de sapatos vermelhos, sugerindo a Dorothy do filme, além de uma pessoa andando de bicicleta, lembrando uma das cenas do filme. Dizem que também dá pra ver o homem de lata, mas esse eu não achei. É muita viagem!


Bom, vamos encerrar por aqui, pois a lista de coincidências (ou não) é bem grande!


Até a próxima!

#pinkfloyd #omagicodeoz #thedarksideofthemoon #sustenido

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